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Implantes Computadorizados – Cirurgia Guiada

25 de abril

Normalmente as cirurgias de instalação de implantes, utilizadas para devolver aos pacientes a estética e a mastigação em casos de dentes perdidos envolve uma incisão (corte), deslocamento do retalho (gengiva) e sutura (pontos), na qual mesmo utilizando uma técnica atraumática ocasiona um mínimo de desconforto para o paciente. Com a cirurgia guiada, através de uma tomografia computadorizada, seu caso é planejado no computador com total precisão e realizado em você sem que haja corte, dor, pontos ou edema.

 

E se eu não tiver osso?

Enxertos Ósseos

Os enxertos ósseos vêm sendo usados em larga escala na odontologia. Ao perder um dente, o organismo começa um processo de reabsorção fisiológica do osso na região. Essa reabsorção é normal e ocorre devido a falta de estímulos que aquele dente deixou de exercer no osso através da mastigação. Essa reabsorção com o passar dos anos gera defeitos ósseos grandes e que comprometem a estética pois a gengiva que é parte fundamental para a harmonia do sorriso fica com aspecto de “murcha”. Esse aspecto é devido a falta de osso que existe abaixo da gengiva. Essa perda óssea é contínua, ou seja, com o passar dos anos a perda irá se agravar cada vez mais, até que muitas vezes impossibilita a colocação de implantes.

 

Quando a quantidade de osso é insuficiente para colocação de implantes em uma posição adequada, podem lançar mão de enxertos ósseos. Esses enxertos são realizados no próprio consultório odontológico, onde o cirurgião remove de áreas doadoras intra-bucais e transplanta para o local desejado, criando o volume necessário para a reabilitação do paciente. O pós-operatório normalmente é tranquilo, gerando pouco desconforto ao paciente e é necessário esperar um período de 4 a 6 meses para que o osso enxertado se integre ao osso da região, tornando-se um só osso.

 

Para reconstruções maiores, onde a quantidade necessária de osso é muito grande existe a possibilidade que retirada de osso de áreas extra-bucais, porém na grande maioria dos casos essa conduta não é necessária. A grande novidade é a aprovação pelo Ministério da Saúde e ANVISA, por meio da RDC n.º 220 de 27 de dezembro de 2006, garantindo e regulamentando a utilização do Banco de Tecidos para o cirurgião-dentista. Nesse caso podemos utilizar para reconstruções de defeitos tecido oriundo do banco de ossos. Esse osso é coletado juntamente quando se realiza a retirada de órgãos como coração e córneas e passa por um controle rigoroso de desinfecção e controle de doenças sendo completamente confiável.

 

A grande vantagem do osso de banco é que torna a cirurgia de enxerto mais rápida, e torna o pós-operatório mais tranquilo para o paciente, sendo uma boa opção para alguns casos.

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